Fila que anda
Regulação transparente e auditável, prontuário eletrônico integrado entre as redes e contratos de gestão com meta de atendimento — e consequência quando a meta não é cumprida.
O Rio merece representação séria, técnica e sem fisiologismo. Minha candidatura é um compromisso com contas públicas equilibradas, liberdade econômica e um Estado que respeita quem trabalha, empreende e paga imposto.
Sou médico cirurgião, carioca, e vim de uma casa onde esforço e mérito não eram assunto de discurso: eram o jeito de viver. Meus pais me criaram assim, e meus professores de cirurgia terminaram o serviço — gente que juntava valor firme com excelência técnica e que ensinava pelo exemplo antes de ensinar pela aula.
A medicina me ensinou a me colocar no lugar do outro. E me mostrou, de dentro, o que quem está de fora não vê: a falta de transparência na regulação e nas filas de tratamento. Vi paciente perder o tempo certo do tratamento por falta de acesso, e doença que tinha cura virar sentença de morte. Isso não é estatística para mim — é gente que eu atendi.
Decidi entrar na política em 2018, acompanhando o que vinha à tona sobre o uso do dinheiro público. Não preciso da política para viver, e é exatamente por isso que entrei: para ajudar num projeto de país melhor. Como deputado federal, minhas prioridades são as duas coisas que conheço de perto — reduzir a carga tributária sobre quem trabalha e empreende, e organizar a regulação da saúde por critério técnico, com transparência e sem cargo escolhido por indicação política.
Todo mundo conhece a fila do lado de fora: a senha, a espera, o retorno marcado para daqui a seis meses. Eu conheço do outro lado — o da regulação, o da alocação de paciente, o do centro cirúrgico que abre ou não abre.
E o que eu vi lá dentro não foi falta de médico. Foi falta de transparência em como o paciente entra na fila, em como ele anda nela e em quem decide isso. Quando ninguém consegue auditar o critério, quem espera não tem a quem recorrer.
Vi paciente perder o tempo certo do tratamento. E doença que tinha cura virar sentença de morte.
Isso não é estatística para mim. É gente que eu atendi. É por isso que a minha proposta para a saúde não começa por mais dinheiro nem por mais cargo: começa por abrir a fila, publicar o critério e escolher quem dirige hospital por mérito, não por indicação.
Quem atende paciente conhece a fila por dentro. O problema da saúde no Rio não é falta de médico — é falta de gestão.
Regulação transparente e auditável, prontuário eletrônico integrado entre as redes e contratos de gestão com meta de atendimento — e consequência quando a meta não é cumprida.
Quem gere dinheiro público entra por currículo, concurso e resultado — não por indicação política. Vale para a direção de hospital, onde eu vi o estrago de perto, e vale para o resto da máquina.
Simplificação regulatória, telemedicina sem entrave corporativo e menos papel entre o profissional de saúde e o paciente.
Simplificação tributária de verdade, teto de gastos respeitado e fim de privilégios e subsídios que a sociedade paga sem saber.
Sigilo sobre gasto público protege quem errou, não o interesse do país. Contrato, diária, cartão corporativo e emenda: tudo aberto, rastreável e no nome de quem assinou.
Fim da impunidade e da porta giratória: pena cumprida em regime fechado para crime grave e preso trabalhando para custear a própria prisão. Sem isso, não há empresa nem emprego que fique no Rio.
Escola focada em português, matemática e conteúdo que abre porta no mercado de trabalho. O jovem perdeu anos de aprendizado e não vai recuperá-los com doutrinação.
O empreendedor livre é o motor do desenvolvimento — e hoje carrega imposto demais, regra demais e apoio de menos. Menos exigência inútil, mais gente podendo abrir e manter negócio.
"A indicação política é o maior câncerDr Carlos do Novo
da gestão pública."
Você tem o direito de saber o que eu penso antes de votar — e não depois.
Nem pensar. O crime e a impunidade prosperam enquanto quem trabalha, paga imposto e cumpre a lei é quem paga a conta. Não dá para chamar isso de rumo certo.
Corrupção, falta de transparência, falta de segurança e impunidade. E não são quatro problemas separados: no fundo, está tudo interligado. É o mesmo mecanismo — e é por isso que atacar um só nunca resolve.
Imposto, na maioria, é roubo sob coação. Quando alguém trabalha e precisa entregar a maior parte do que produz para sustentar um sistema que não presta contas do destino desse dinheiro, isso não é contribuição — é confisco. Reduzir e simplificar o imposto é a minha primeira prioridade como deputado.
Atrapalha muito mais do que ajuda. Para quem empreende então, atrapalha em praticamente tudo: carga tributária excessiva, nenhum suporte e regulação infinita. O Estado deveria ser a estrutura que permite as pessoas produzirem — virou o principal obstáculo.
Acabando com a impunidade e com a soltura recorrente de quem já foi preso várias vezes. Pena dura, cumprida em regime fechado, e preso obrigado a trabalhar para custear o próprio sustento na prisão. Metade da população do Rio vive sob domínio do crime — enquanto isso não mudar, não há economia nem emprego que se sustente aqui.
Escola que ensine matéria de verdade: português, matemática, ciência. O jovem brasileiro perdeu a oportunidade de estudar num lugar focado em ensinar — e o que se colocou no lugar não abre porta nenhuma no mercado de trabalho.
Safado, ladrão e fisiológico. Também não sou de embate agressivo nem de gritaria: prefiro o argumento técnico. O que me tira do sério é mentira e ser tratado como idiota.
Não preciso ser político. Tenho profissão, e é dela que eu vivo. Estou nessa para ajudar um projeto de Brasil melhor e livre de parasitas — e quem não depende do cargo tem liberdade de votar pelo que é certo.
Honestidade e vergonha na cara. A gente se acostumou tanto com o absurdo que parou de enxergar. Meu trabalho é ajudar a tirar as pessoas dessa anestesia.
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